sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Dois mil e dez





MADRUGADA: MENINOS JOGAM VOLEI NA RUA, MÃE E PAI DORMEM, PESSOAS FESTEJAM PELAS CIDADES, FAMILIA SE DIVERTE, AMOR EM PE , EU AQUI.


Eu estou com gosto de vinho doce na boca... E é bom, muito bom.

Agorinha assisti pela miléssima vez : Confissões de uma Noiva.
E só tive certeza do que eu ja sabia sobre meu casamento:

Quero casar no campo, com muitas flores, cheiros, sorrisos, e despreocupações.

Eu não quero casar com as pessoas me olhando, sempre achei constrangedor, afinal, casamento é para você e a pessoa, é um ritual de amor e confiança.
Se há confiança: Pra quê um papel? Pra quê alguém para abençoar? Sendo que nós mesmos nos abençoamos crendo em Deus e na paz?! Amor não precisa de papel.
Não critico quem se casa formalmente, porque eu quero um dia, Só digo que para se casar não é necessário nada do que fazem... É algo simbólico. Vai de pessoa.

Quero tomar banho de cachoeira, sentir as vibrações da mata, ter a luz do sol e da lua nos banhando, sentir o aroma das flores, ouvir o som ambiente da mata, sentir o amor, o amor doce.
... É isso que chamo de casamento legal.

Não quero fazer como essas pessoas que gastam um absurdo com festas, com preparativos, com convites, com tradicionalismo, com a paciência. Não quero!



Quero ser livre!




(Sorrindo)

Ainda vai demorar muito para o meu casamento... Mas é gostoso imaginá-lo assim.


Casamento diferente é o verdadeiro!

Buona Notte e tutti di buone.

(smiling)

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