sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

Olá 2025! 10 anos sem postar!


 Boa noite, queridos! 

Hoje visitei com meu marido e minha bebê a sorveteria soroko e mais uma vez me lembrei desse blogger, pois em 2008 escrevi sobre minha primeira visita ao local. 

Ao revisitar o blogger pude reler meus textos antigos tão mal escritos (tudo bem!) e muitas vezes inocentes e em outras deprimidos. Também haviam/há textos lindos e cheios de amorosidade, os quais gostei de ler. 

A vida mudou muito desde quando escrevi a primeira e a última vez aqui.Não segui carreira no cinema, não me casei com quem amava na época, não fui morar fora do pais (ainda!), mas acho que o que não foi planejado se tornou muito melhor, era o que realmente tinha que ser. 

Me formei aos 29 anos em arquitetura, e hoje atuo com gerenciamento de obras... As vezes me questiono, como em toda área me questionei (faz parte!), mas no geral me acho uma boa profissional, e com alguns ajustes e estudos chegarei a ser incrível nessa área. 

Me casei aos 21, fui mãe aos 32 anos, e tenho uma vida legal. 

Infelizmente minha avó Helena faleceu em setembro de 2023, e se forem reler meus textos, saberão que ela era/é extremamente importante pra mim, assim como a Dayla, que também faleceu, mas em 2020. 

Sou mãe de uma menina tão linda, esperta, e carinhosa, a qual leva o nome da bisavó: HELENA! Hoje ela está com 1 ano e 5 meses, e agora está desbloqueando a fala, (a gente brinca que ela dorme e atualiza o sistema), aprendeu a falar as palavrinhas a seguir: ai, tchau, byby, bebe, abrir, e gesticula muitas coisas que quer. Essas são palavrinhas novas, mas ela já fala muitas outras como papai, mamãe, vovó, vovô, gato, água e etc 

Ser mãe é surreal! 

Eu me casei com o Fábio, mas isso quem lê aqui já sabe, porque foi em 2012. Hoje moramos no nosso apartamento financiado que fica na barra funda, ele é pequeno, mas estou feliz, porque pela primeira vez tenho algo que é meu/ou será quando pagar haha

Minha mãe mudou-se de Tanabi para Campinas, meu pai permanece em Tanabi na nossa casa, e meu irmão mudou para monte aprazível, e virou policial.

O que eu escrevo aqui é para a Joyce do futuro, porque revisitar o passado as vezes ajuda a evoluir e ver o quanto conquistamos alegrias, vitórias, ou as vezes apenas para avisar que momentos tristes passam, eles sempre passam. 

Hoje eu sou a Joyce arquiteta, mãe, esposa, de 34 anos e com muitos sonhos a serem conquistados, o próximo é: ter minha construtora! 

Espero voltar a terapia também, tem feito falta. 




quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Atualizando o sr. desatualizado. rs


A vida na cidade verde tá ótima; tô de bem comigo, com o amor, com a minha família e com os amigos. Me sinto saudável, forte e com vontade de alcançar todos os meus objetivos (e olha que não são poucos!). 
Em dezembro eu e o Fabio viajamos para o Peru, a viagem foi ótima, conhecemos muitos lugares e pessoas incríveis e que iremos guardar para sempre. (em um próximo post aprofundo sobre a viagem, pois ela merece!)
Não fui tão bem no enem de 2014 e não consegui bolsas pelo Sisu e provavelmente eu não consiga pelo Prouni, a nota de corte desse ano não está alta, mas a minha nota está inferior a média. (isso que dá não estudar!) Não tem problema, quanto a isso estou tranquila, existe cursinho e existe dedicação, sei que será diferente no final do ano. 
No final de 2014, antes da viagem, resolvi mudar a cor das madeixas, demorou, o medo era grande, mas pintei e me apaixonei. Tô me sentindo linda!

O post é curtinho, ele foi feito apenas como registro.

Eu ruiva, mas um ruivo menos chamativo, versão 2014

Eu ruivona, versão 2015

Fabio e eu no Peru :)





terça-feira, 29 de abril de 2014

O amor tem nome e sobrenome

Você é lindo,
amoroso,
carinhoso,
e o amor da minha vida. 



Meu benzinho, obrigada por esses dois anos e seis meses, com momentos bons e outros não, mas sempre junto. 





Minha gordinha

Após 3 anos sem vê-la, eis que nos encontramos e foi lindo.


Minha grande e amada amiga.  

Me ajudou muito em diversos momentos, era o meu portinho seguro em Recife, e me animava com sua meiguice. 

Te amo gordinha!






Faculdade...

As amigas que grudei e que grudaram, que me apoiam e são apoiadas. Nos projetos estamos juntas, projetando, "arquitentando", e melhorando a nossa criatividade e parte técnica.
Faculdade não é só estudo, é companheirismo, amizade e horas boas de aprendizado e crescimento profissional e pessoal. 
Vocês são lindas. 


2014

Abandono de blog dá processo? Espero que não, pois eu estaria com vários. 


O ano de 2014 começou lindo, mas triste, com perdas e ganhos. 

Como pode um ano ter tantas coisas assim em apenas 4 meses? 

Passei o final do ano em Tanabi com os meus familiares, e foi lindo, me despedi de meu avô Pedro, que em Fevereiro veio a falecer inesperadamente, deixando nos com a saudade a flor da pele. 

Passar as festas em "casa" é muito bom, não só pelo Vô Milton que adora uma pinguinha e viciou em Whisky, e não só pela Vó Helena que é linda, mas por todos, principalmente pelos meus amores que vivem me rapitando <3 a="" ano.="" boa="" com="" deixam="" durante="" e="" font="" lembran="" me="" nbsp="" o="">
Matar a saudade dos meus amigos e familiares é demais. Durante o ano eu vou pouco a Tanabi, por dinheiro, tempo e as vezes pura preguiça de ir de ônibus. A meta desse ano era de ir mais, porém pagando a faculdade não dá, ficaria muito apertada.


No retorno de Tanabi ganhamos o Mio (gato), que nasceu no dia 28/12 sem que tivesse ninguém em casa. A Mallu pariu dois filhotinhos, mas um veio a falecer por má formação. O Mio achávamos que fosse Mia, só após 2 meses, no dia da castração, que descobrimos que ele era machinho. 

Em Fevereiro iniciei os meus estudos de Design de Interiores na FAAT... Tenho me esforçado bastante, amei e odiei o curso diversas vezes nesse pouco tempo, briguei, reclamei, e vi melhoras. Fiz amigos lindos por lá e estou adquirindo muito conhecimento na área. A vida acadêmica é mais cansativa para quem se trabalha, passei boa parte desse ano indo dormir ás 2:00 para terminar trabalhos, e valeu a pena. 
Ainda preciso aprimorar os meus desenhos, e sei que chegarei em um resultado maravilhoso, pois estou amadurecendo o traço. : )

















sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Um amor com nome: Madruguinha




Ele chegou todo judiado, com traumas, tristezas e medos. No início tinha tanto medo que inúmeras vezes me mordeu, mas nunca foi do nada, mordia a cada medo nas aproximações, a cada lembrança que tinha da vida que levou até nos encontrar.  Hoje ele me lambe, me morde a mão de brincadeirinha, faz festa quando chego, pula para ganhar carinho e nos acorda ás 6:35 (ele é pontual!). Após começarmos o tratamento com o floral para agressividade ele mudou muito, mas em alguns momentos ainda rosna, avança, mas  quando percebe que não há medo, fica calmo e se deixa amar.  (nunca cheguem perto da ração!)

As vezes deito no chão e ele pula na minha barriga, e é incrível! Em pensar que no começo eu não conseguia nem acariciá-lo e agora já brinco e consigo pegá-lo no colo. Outro dia andamos por vários quarteirões com ele no meu colo, e só não continue a carregá-lo, porque estava pesado. (afinal são 8 kg de pura sedução!)

Saímos parar passear regularmente e ele ama. Se falo " Vamos passear" ele fica doido, começa a pular, brincar e olhar para a porta. Ontem quando saímos de casa ele não andou, correu, e eu deixei que ele explorasse essa liberdade e foi maravilhoso! Um passeio muito bom!

Voltamos para casa com a língua pra fora. Cansamos!

Obrigada Madruguinha, por a cada dia deixar que eu te ame mais e mais. Você é um mijão que ainda precisa aprender a fazer xixi no lugar certinho, mas eu te amo muito! Você é só alegria na minha vida!






quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Meu primeiro dia de psicoterapia com a Dr. Mônica Borine.





Por que fazer terapia: para ajudar a consertar o que sozinha não consigo.
E porque cheguei a uma fase em que todos os lados estão sobrecarregados: espiritual, emocional, psicológico e físico. Quando nossa mente não está bem e não conseguimos lidar com as diversidades, o nosso corpo acompanha esse estado, e as doenças com o tempo aparecem, piorando a situação.

Estou muito confusa com o rumo da minha vida, pois deixei de lado as atividades que mais amava e me motivava, mas quero voltar a fazer o que amo, porém sinto como se houvesse uma barreira que não me deixa seguir em frente. É como se fosse uma pedra, que precisa ser quebrada e não só “pulada”, para colocar fim nesse problema e alcançar o que tanto desejo que é a paz de espírito.


Eu estava sem voz, tudo que queria dizer ficava enroscado na garganta, ou por ser cortada enquanto falava, ou por não ter pra quem falar. Nunca consegui me expressar da maneira que preciso, como ontem fiz. Tenho demonstrado com meus atos vários pedidos de ajuda, mas não é visto dessa maneira, e não culpo ninguém, pois só nós sabemos o que nos aflige. Sinto vontade de sair correndo e pedindo socorro. Sinto que se continuasse dessa maneira ia morrer logo.

Começar a fazer a terapia me deu um novo gás, uma motivação para melhorar, porque eu sei que posso voltar a ser o que sou de origem, porém hoje estou arrasada, porque falei tudo o que estava me machucando e revivi muitas histórias que tinha guardado para nunca mais mexer. Dói, dói demais...
Não será fácil, pois em cada sessão mexe muito com a pessoa, mas conseguirei sair dessa. Terá dias em que chorarei pela manhã, e nesse momento, o que mais irei precisar é de um braço amigo, um beijo na testa, e um olhar de paz.

Um beijo...




quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Meus 4 vôs!

Fui agraciada com 4 vôs. Tenho muito orgulho disso!

Vô Jonas é meu avô Materno, já falecido, mas mesmo sendo bem criança quando ele se foi, me lembro perfeitamente. Ele era carinhoso e brincava com a gente. (dava balinha verde!) . Minha mãe puxou acalmaria dele. Meu vô que saudade!

Vô Eugenio ( Vô Geninho) , pai da minha tia Neuza, ele era maravilhoso, fofinho, e atencioso, não tem quem diga que ele não foi meu vô, porque ele foi. Faleceu quando eu tinha 20 ou 21 anos, ninguém me contou, eu estava morando em Pernambuco e tinham medo da minha reação. Quando criança ficava com minha tia, pois minha mãe trabalhava, e ele ajudava a cuidar de mim.

Vô Pedro, meu avô paterno, o vô das moedinhas, da pescaria, do carrinho velho, e dos cachorros. Talvez ele seja o avô que eu mais puxei no jeito. Assim como eu, ele ama os animais, e em sua casa abriga todos que estão sem lar. É um exemplo de protetor de animais! Hoje em dia fico triste, pois não o vejo há 2 anos, e ele continua morando em Tanabi, mas está no sítio, raramente vai até lá em casa, e quando fui na ultima vez, não o visitei, e me arrependo. Queria ter visto o meu vôzinho. Esse ano será diferente.

Vô Miltom (Vô Mirto) , meu avô do coração que não parece, parece ser de sangue de tão amado. Casado com minha avó paterna há mais de 30 anos. Meu vô das pinguinhas, da dança, das risadas, meu vô, meu amor. O vô que me liga e fala - ô Joyci, (meio bêbado) se ta boa fia?


ô saudade!

Amo vocês,

e sei que sentem isso!


(L)


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Florindo...


Voltei a fotografar, mas ainda vou de mansinho, reconhecendo o "mundo" que enxergo quando estou com a câmera em mãos.

Nesse feriado de 15 de Novembro , passei em Monte Verde - Mg, a cidade em sí não é legal, pois é toda voltada ao turismo capitalista(traduzindo: tudo caro!), mas em volta, no mato, nas trilhas, nos trechos de água.... é tudo lindo.